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Pontes

Ponte romana (Chaves)
Também conhecida como Ponte de Trajano, foi construída sobre o rio Tâmega durante os séculos I e II d. C., e tem um comprimento de 150 metros. As modificações e construções diversas que sofreu ao longo dos anos alteraram o seu aspeto original. Atualmente conta com doze arcos, e de ambos os lados foram colocadas duas colunas comemorativas da sua construção em alusão ao imperador e aos povos flavienses que participaram na sua construção. A primeira, traduzida, diz: “Imperando César Nerva Trajano Augusto Germânico Dacico, pontífice máximo, com poder tribunício, cônsul a 5ª vez, pai da pátria, os aquiflavienses trataram de fazer à sua custa esta ponte de pedra”. A segunda coluna relata que “Imperando César Vespasiano Augusto, pontífice máximo, com poder tribunício a décima vez, imperador a vigésima, pai da pátria, cônsul a nona vez, imperando também Tito Vespasiano César, filho do Augusto, pontífice, com poder tribunício a oitava vez, imperador a décima quarta, cônsul a sétima (...) sendo legado do Augusto o propretor Caio Calpetano Rancio Querinal Valerio Festo e sendo legado do Augusto na Legião Sétima, Decio Cornelio Meciano e procurador do mesmo Augusto, Lucio Arruncio Máximo, a Legião Sétima Gemina Felix e dez cidades, a saber: os Aquiflavienses, os Aobrigenses, os Bibalos, os Coelernos, os Equesos, os Interamnicos, os Limicos, os Nebisocos, os Quarquernos e os Tamaganos (...)”. Do lado das Caldas ergue-se outra ponte, de época medieval, que servia para atravessar o pequeno leito da ribeira do Rivelas.

Ponte Romana

Ponte sobre o rio Tâmega (Verín)
A passagem do bairro de San Lázaro ao centro urbano de Verín faz-se atravessando uma ponte construída em 1853, na estrada que une Villacastín, na província de Segóvia, a Vigo. A lenda fala-nos da existência de uma ponte romana da época de Trajano, mas até hoje não foram encontrados quaisquer vestígios de dita ponte. Sabemos por notícias documentais da existência de uma ponte que manda arranjar na sua época a condessa de Monterrei, Inés de Velasco y Tovar e que por alturas de 1740 existia uma moderna ponte de sete arcos (outros referem apenas seis) de 252 pés de comprimento e 13 de largura, que foi construída no tempo de Felipe II. Em 1795 é o duque de Alba (também conde de Monterrei) que procede a uma reforma da ponte. Ao concluir as obras, as crónicas falam já de uma ponte magnífica, com um moderno sistema de construção. Desde a incorporação de Verín ao senhorio dos condes, a travessia da ponte estava regulada por um imposto de portagem, cuja cobrança era oferecida em leilão ao melhor licitador.

Ponte sobre o rio Tâmega
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